Hooping é um nome inglês que foi recentemente cunhado para definir o resgate da arte perdida dos bambolês. Em inglês, quem faz hooping é hooper. Já em bom português, Bambambãs são aquelas pessoas muito boas no que fazem. Para nós, porém, bambambãs são aqueles que gostam de girar bambolês gigantes ao redor da cintura, para ficar em forma, dançar ou só pra se divertir. Esses bambolês (em inglês Hoops) são versões maiores e mais pesadas que seus ancestrais infantis, mais fáceis de controlar e personalizáveis para ficarem com a cara do dono.
O Bambolê é, antes de mais nada, uma atividade inclusiva. Homens, mulheres, crianças, velhinhos e transgêneros conseguem se movimentar com facilidade, além de dar muitas risadas. Mesmo quem tem mobilidade limitada ou está fora de forma consegue, logo nas primeiras tentativas, girar o bambolê sem muito esforço. Isso se deve à arquitetura do bambolê bambambam: mais pesado e maior em diâmetro,um hoop possui rotação mais lenta, tornando-se um exercício leve e eficiente.
Por ser uma atividade ao ar livre (embora seja possível praticar indoors também), o bambolê sugere uma retomada dos espaços urbanos por parte da população, incentivando a invasão dos parques e defendendo um estilo de vida mais saudável para o cidadão urbano. Como instrumento de libertação urbana, o bambolê vêm se popularizando em metrópoles do mundo inteiro desde sua redescoberta, no início da década de 90. Para horror dos quadradões, uma geração de bambambãs aficcionados está invadindo festas, parques, ruas, escolas e academias de ginástica do mundo inteiro.
Além de servir como exercício cardiovascular, trabalhando os músculos abdominais e fortalecendo o centro, a prática de bambolê também permite atingir um novo nível de interação entre mente e corpo, estimulando a criatividade, a interiorização dos movimentos e a consciência corporal. O exercício de fluxo e permanência que acompanha a prática de bambolê pode facilmente ser aplicado a outras áreas, como meditação, ioga, esportes, dança e até sexo.





Olá…
Na verdade, acabei descobrindo o hooping por acaso, ontem enquanto navegava pela internet, mas fiquei bastante interessada!
Você saberia me dizer se existe alguma comunidade na cidade de São Paulo que pratica? Onde? Estou curiosa para experimentar essa onda hehehe
Obrigada!
Oi, Lívia, sim temos uma parceira hooper que está agitando a comunidade bambolistica paulista ;p
a Patricia Arnosti.
Inclusive este domingo que passou ela fez um encontro ai. Vou te passar o contato dela por email.
Abracinho, Vera
Huuummm, ano que vem eu vou bambolear na terra da garôa… delicinha!!!
Ola!
Sou americana morando em Sao Paulo. Eu amo hoop dance e ja tenho 3 bamboles em casa. Eu nao consegui encontrar aulas aqui em SP. Tem uma recomendacao?
obrigada!
greta
Oi, Greta, em SP você pode encontrar a Patricia Arnosti, que agita o movimento Hooping por ai (deve dar aulas, em breve) e as meninas Bamboletes, Bela e Lau.
Vou te passar por email os contatos delas.
Bj, Vera
Oie,
Tbm quero o email da Patricia Arnosti aqui em SP. Já faz um tempo que procuro onde começar.
Adoro o blog.
beijos
Lilian
Que bom! Vou te mandar por email o contato da Patricia.Bjs!
Olá
Dia desses me deu uma vontade repentina de brincar de bambolê, e como eu também gostaria de alguma atividade não muito convencional, digamos, mais lúdico e criativo e que não se limitasse a uma academia pra manter a forma, comecei a procurar na internet onde poderia arrumar um bambolê.
Daí vim parar aqui. Li o blog todo e achei muito legal saber que tem mais gente que já pratica o hooping e gostaria de começar também!
Eu vou tentar fazer meu próprio bambolê, seguindo as dicas daqui, e depois vou procurar a Patricia Arnosti, pois também sou de São Paulo.
Bjos e obrigada pelas dicas, parabéns pelo blog.