Mariana Bandarra aka Cherry showed extreme hula hoop love talking about its history and benefits and pointing us to some very strong signs that it is about to become a MAJOR trend for the next years.
Oh, yeah, and she also worked the whole 6′40” spinning the thing around her waist without breaking a sweat neither getting breathless.
Plus, she invited anyone at the audience to join her on stage.
Marcelo Noah stepped up to the challenge and also made his way to the end of the presentation without droppin’ it.
A Pecha Kucha no Studio Clio foi muito proveitosa, e a apresentação do bambambam recebeu um retorno muito legal. Acabei levando 4 bambolês e não vendendo nenhum, mas valeu a pena pela reação das pessoas, e no fim das contas o Chico do Studio Clio gostou muito da iniciativa, e ficou com 3 bambolês (os mais bonitos, inclusive) para vender lá.
Para quem não conseguiu estar lá nessa noite memorável, deixo este screencast que contém o esqueleto da apresentação que fiz lá no Studio Clio. Claro que não é a mesma coisa, mas já é algo.
Como durante a apresentação eu fiz bambolê e o Noah também, vai junto esse outro vídeo.
Foi uma noite essencialmente cheia de amigos, tanto na platéia como entre os apresentadores. Mariana Messias detonou as mentes com uma video-audio-colagem poética cheia de psicanálise e pathos; Trampo fez uma apresentação com suas lendárias fotos de cenas urbanas, genial e sem frescuras (como é do seu feitio); Marcelo Noah apresentou — em um dos pontos altos da noite — um vídeo de audio-poesia deliciosamente comovente; Maverick abalou audições e deleitou olhos com uma apresentação frenética e fetichista; Alexandre Kumpinski arrasou com sua vídeo-canção e João Mognon fechou a noite com chave de ouro em uma contundente análise semiótico-poética da vogal subjetiva do inglês (vou me conter pra não fazer uma piada com “pingos nos is”, não precisa agradecer). Entre a seleta platéia, a eterna queridíssima Consuelo, Pedro Mandagará, Vivi Nickel, Felipeta e tantos outros, sem falar no indefectível casal de anfitriões, Cardoso e Marcela.
A todos os que estavam lá, em carne e osso ou em sintonia com os harmônicos do universo, muito obrigada por uma noite linda. Assim que tiver fotos, postarei aqui.
Eu adoro The Fiery Furnaces. Eles são, sem dúvida, uma das coisas mais legais que surgiram na música nos últimos anos — lá em casa, ao menos. E eis que encontro, outro dia, essa foto, com participação especial de um lindo bambolê!
Mariana Bandarra ficou grande demais para a diagramação, Cherry é para os íntimos
Sábado tem Pecha Kucha no Studio Clio, e adivinhem só quem vai estar lá? Eu mesma, além de diversos outros oradores e artistas interessantíssimos. Vou fazer uma apresentação sobre o bambolê, e espero que todo mundo que esteja em Porto Alegre dê uma passada pra prestigiar, falou? Fica o serviço:
O quê? PKNv7
Quando? 15 de agosto de 2009
Onde? Studio Clio – José do Patrocínio, 698
Que horas? 20:20
Quanto custa? R$ 10
Vai ter bambolês a venda e quem quiser vai poder participar da apresentação!
Este vídeo que alguém postou no twitter foi o achado do dia. Além das participações especialíssimas de Jason Schwartzman e Chloe Sevigny e da musiquinha muito fofa, ele tem esse lance de que eu venho falando nos últimos seis meses: a ocupação de espaço urbano que o skate conseguiu atingir, e o bambolê justaposto a isso. Tá, a participação do bambolê é modesta, mas é um sinal dos tempos. Os bambólatras são os skatistas do giro. Fica a dica.
Recebi esse vídeo aí em cima como resposta a um vídeo de youtube que extraí do Hudsucker Proxy, filmaço dos Coen. Abaixo, o vídeo que gerou a resposta. Vive la revolución!