Lia Chaia entrega às musas seus bambolês míticos

“O bambolê é a cobra que come o próprio rabo, signo da repetição do tempo.”

“Ocupando a fachada do espaço há a instalação “Esfinge”, composta por cerca de 400 bambolês. Lia Chaia já expôs individualmente no Instituto Tomie Ohtake, em 2002, e participou de mostras coletivas em países da Europa e América Latina.”

infelizmente, não consegui fotos da instalação. 😦

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